Iporá
Sobre a Cidade
Iporá teve sua origem, oficialmente, na fundação do arraial de Pilões, na margem direita do Rio Claro, em 1748. Nessa ocasião, não passava de uma guarnição militar dos dragões (polícia real portuguesa), que sediava a empresa de exploração de diamantes, locada pelos irmãos Felisberto e Joaquim Caldeira Brant, empresários paulistas que já mineravam em Goiás desde 1735, nas lavras de ouro. Começou com a construção de uma bela igreja em estilo colonial, sede da Paróquia do Senhor Jesus do Bom Fim, do Quartel da Guarda Real e de alguns casarões, além de um monte de ranchos de garimpeiros. O ano de 1749 assinala a origem da povoação, com a vinda de Gomes Freire de Andrade, governador das Capitanias de Minas Gerais e Rio de Janeiro, quando se firmaram os contratos de exploração dos diamantes de Rio Claro e Rio Pilões. Para essas atividades iniciais de garimpo, vieram duzentos escravos que trabalhavam sob o comando dos exploradores contratados. Forças do exército, enviadas pela Coroa Portuguesa, garantiam a execução do serviço. O povoado nascente recebeu o nome de “Rio Claro” (dado ao rio caudaloso em que se procedia a “cata” dos diamantes).
A expressiva produção de diamantes e o desenvolvimento rápido do arraial provocaram a extinção do povoado “Comércio Velho”, às margens do mesmo rio, atraindo seus habitantes para as minas de Rio Claro. Assim, em 5 de julho de 1833, Rio Claro passou à categoria de distrito, mantendo-se a denominação primitiva e pertencente ao município de Goiás (Vila Boa).Depois desse primeiro momento das explorações dos diamantes, Pilões passou a ser um entreposto comercial entre Vila Boa de Goiás e Cuiabá. Já no Império do Brasil, por decreto provincial de 5 de julho de 1833, foi elevado a distrito de Vila Boa, com nome de Rio Claro, e a igreja teve o nome mudado para Paróquia de Nossa Senhora do Rosário (e continua até hoje em Iporá). O povoado permaneceu como Rio Claro até ser transferido para as margens do córrego Tamanduá, pelo Decreto-lei 557, de 30 de março de 1938, com o novo nome de Itajubá, oficializado pelo Decreto-lei 1.233, de 31 de outubro do mesmo ano, e posteriormente rebatizado por Iporá (“Rio Bonito”, traduzido da língua tupi)6 , pelo decreto-lei 8.305, de 31 de dezembro de 1943.
Em 1938, o Distrito de Rio Claro passou a denominar-se “Itajubá”, topônimo de origem tupi que significa “braço de pedra”, pela junção de itá (pedra) e îybá(braço)7 . Em 1942, Joaquim Paes Toledo e família doaram uma área de 100 alqueires goianos de terras para a edificação da Cidade. Em 1943, por Decreto-Lei Estadual nº 8.305, de 31 de dezembro, passou a denominar-se Iporá, também de origem indígena. Pela Lei Estadual nº 249, de 19 de novembro de 1948, foi elevado à categoria de município, instalando em 1º de janeiro de 1949, desmembrado do Município de Goiás.
Impulsionado pela agricultura e a pecuária, Iporá se desenvolveu rapidamente. Dez anos após a mudança, o povoado foi elevado de Distrito de “Goiás Velho” a município, pelo decreto-lei estadual de nº 249, de 19 de novembro de 1948.
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